quinta-feira, 12 de julho de 2012

Você já ouviu falar do Método da Corrente Crítica?

"É de uso mais simples e requer menos trabalho à Equipe de Projeto" Goldratt

Desenvolvida pelo Eliyahu M. Goldratt (autor do livro "A Meta", publicado em 1984), trata-se de  uma nova abordagem para gerenciamento de projetos, baseado na teoria das restrições.

Tornou-se uma discussão polêmica muito discutido nos dias de hoje.

Mas ela realmente funciona?

Não tenho experiência sobre a aplicação do método, porém gostaria de provocar o assunto.

"Comece o mais tarde possível, e acabe mais cedo!",

Mas Como?

Atua na quebra dos paradigmas de que todo projeto atrasa e estoura no orçamento. Oferece novos métodos de estimativas de tempo, de enfoque de tarefas, de monitoração do projeto, de viabilidade econômica e de formação da rede de precedência. A rede de precedência é formada obedecendo às restrições de tempo e recursos, sendo a corrente crítica à seqüência na qual não pode ocorrer nenhum atraso em nenhuma atividade, devendo ser priorizada na administração de tarefas. Para evitar os atrasos, esta seqüência é protegida por reservas chamadas "pulmões", tanto de recursos como de tempo. O projeto é protegido por um "pulmão de projeto". Para diversos projetos que utilizam o mesmo recurso, este é considerado como a primeira restrição, sendo protegido também pelo "pulmão de gargalo".

A diferença entre o caminho crítico e corrente crítica é que ela propõe a atenção e gerenciamento dos prazos em cima dos "buffers" de duração, mais conhecidos como pulmões.

Desvantagens

  • Margem de segurança em cada tarefa é ineficiente
  • A tarefa expande-se para encher o tempo disponível
  • Estimula a tomada de compromissos individuais mais do que a tomada de compromissos do grupo